Artigo: Tag ou etiqueta: por que a mochila do seu filho precisa das duas

Tag ou etiqueta: por que a mochila do seu filho precisa das duas
Pegue uma tag de mochila na mão e uma etiqueta adesiva na outra. São objetos fisicamente diferentes, feitos de material diferente, presos de forma diferente - e essa diferença não é apenas estética.
A distinção existe porque cada uma soluciona um problema que a outra, por construção, não consegue resolver.
Olha só: uma tag, como a Super Tag Infantil, é feita em PVC fosco, com impressão direta no material e alças reforçadas que a prendem na mochila.
Como se segura por uma alça, a tag funciona em vários tipos de bagagem.
Por isso, ela serve na mochila da escola, na mala da viagem de férias e na bolsa do passeio de fim de semana.
Além disso, quando o seu filho ganha um modelo de mochila novo no ano seguinte, a mesma tag passa para ela e segue fazendo o mesmo trabalho.
Por ser maior e ficar pendurada do lado de fora, a tag é visível à distância, sem que ninguém precise abrir a mochila para identificar de quem é aquele volume.
O que uma etiqueta é de verdade?

Uma etiqueta é feita para se tornar parte meio que permanente do objeto onde é aplicada.
A nossa versão em vinil, gruda em uma garrafa, em um estojo ou num copo, por exemplo. Basta que a superfície seja lisa para que a aderência ocorra sem problemas.
Já a versão termocolante é fixada a ferro, direto na fibra do tecido de uma camiseta ou de um uniforme.
Nos dois casos, depois de aplicada, a etiqueta não sai sem ser arrancada ou descolada à força, porque ela foi justamente feita para isso, virar parte daquele objeto.
É por isso que, diferente da tag, a etiqueta acompanha cada item da mochila individualmente. Assim, se o seu filho tem dez lápis, serão dez etiquetas super mini, uma em cada lápis.
Basicamente, a tag identifica externamente o conjunto e a etiqueta protege a unidade.
A mochila inteira facilmente identificada
Pense no corredor da escola na hora da saída, ou no gancho da sala de educação física, ou ainda no compartimento de bagagem do ônibus escolar.
Esse é o tipo de cenário em que uma mochila fechada, pode ser pega por engano por outra criança, ou entregue errada por um adulto apressado tentando ajudar na organização da saída.
Em momentos assim, o que previne um problema como esse é justamente a identificação que a tag oferece - sendo ela algo grande, visível de fora e legível num relance.
E o legal é que a tag ajuda sempre que a bagagem do seu filho fica longe dele por um tempo e pode se misturar com outras, como numa excursão, numa viagem ou num evento com várias crianças juntas.
Os itens que saem da mochila ao longo do dia

Assim que as aulas começam, a mochila se abre dezenas de vezes para que algo saia dela.
O estojo sai em cada aula e fica em cima da carteira; a garrafinha de água sai para o recreio e fica na mesa do refeitório; o casaco sai no calor da manhã e fica pendurado no encosto de uma cadeira.
Nesses momentos, a tag não ajuda, porque ela continua presa à mochila, que está longe desses objetos que podem ser esquecidos.
Mas, a etiqueta com nome aplicada diretamente em cada um desses objetos faz total diferença, porque o estojo ou o casaco esquecido continuam identificados mesmo sem a mochila por perto.
Por que ter só uma das duas formas de identificação deixa a desejar?
Creio que já ficou claro que a tag de mochila e a etiqueta de identificação não competem entre si, elas cobrem riscos de perda diferentes.
Por isso, quem usa só a tag deixa a mochila fechada bem sinalizada, mas os itens que saem dela ficam sem nome, correndo risco de se perderem facilmente.
Já quem usa só as etiquetas garante o nome em cada objeto, mas não tem nada que identifique a mochila quando ela se mistura com outras parecidas. Se ela se perder, tudo que está dentro vai junto.
No entanto, é possível resolver tudo de uma vez com o Kit Completo que já contém etiquetas para roupa, tênis e objetos, além de tags para a mochila, abrangendo o conjunto inteiro de materiais que precisam ser identificados. Legal, né?
Sabe, a pergunta não é se a Tag é mais importante que as etiquetas - ou vice versa - porque essa questão parte de uma premissa errada que é a de que elas fazem a mesma coisa. Elas não fazem.
E um ano letivo inteiro, cheio de idas e vindas da mochila, pede as duas camadas de identificação funcionando juntas - não uma no lugar da outra.
