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Posso Levar Meu Bebê na Praia ou Piscina?

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, os bebês podem começar a frequentar piscinas e praias a partir dos 6 meses de vida. Esse primeiro semestre ainda compõe o desenvolvimento do corpinho do bebê e até mesmo o período de imunização completa através de vacinas. Por isso, esperar até os 6 meses é importante para garantir a segurança. É sempre válido que os pais conversem com o pediatra antes de levar a criança para a piscina, afinal cada bebezinho tem suas particularidades que devem ser levadas em conta também.

Bebê pode entrar na piscina ou ir à praia? Descubra agora

A natação é um exercício amplamente recomendado por médicos e especialistas para todas as idades. Isso inclui bebês e crianças. Mas afinal, qual é a hora certa de colocar o bebê na piscina ou na praia? Quando isso é realmente seguro até mesmo se for apenas para o lazer? São dúvidas muito pertinentes.

É legal saber que há indicações de especialistas sobre a melhor hora para começar com atividades aquáticas. Porém, é claro que será preciso tomar algumas precauções. Então, acompanhe esse conteúdo até o final e tire todas as suas dúvidas.

Quando colocar o bebê na piscina?

É verdade que a natação é um dos exercícios mais completos que existe. Além de ajudar a manter o corpo em movimento e saudável, as aulas também são ótimas para o sistema respiratório, cardíaco e ajuda nas questões psicológicas e de bem-estar.

Para as crianças não é diferente. Os benefícios são inúmeros, mas existem orientações importantes que precisam ser seguidas.

Idade:

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, os bebês podem começar a frequentar piscinas e praias a partir dos 6 meses de vida. Então espere o tempo indicado e converse com o pediatra do seu filho antes de colocar seu peixinho na água.

Mas, é importante saber que o ouvido dos bebês é mais propenso a infecção e inflamação, sobretudo antes dos seis meses de idade, e o contato com a água de piscina ou mar aumenta esse risco.

No caso de escolinha de natação, nesse primeiro contato com a água a “aula” do bebê será mais voltada para diversão, interação e familiaridade com o ambiente aquático. Técnicas avançadas de natação só serão aplicadas a partir dos 4 anos.

Isso porque somente nessa idade a criança realmente tem mais controle de sua coordenação e consegue assimilar melhor as técnicas aprendidas. Ainda assim o contato com a água antes dos 4 anos estimula o exercício e diminui o medo de nadar.

Cloro da piscina faz mal para o bebê?

O cloro é um dos métodos de higienização e cuidados com a piscina. Ele garante que a água permaneça limpa, livre de proliferação de bactérias e própria para banho. Mas o cloro também pode causar irritações, até em mesmo em adultos.

O ideal para bebês é procurar piscinas que usam salinização ou o ozônio como método de limpeza, pois nesse caso vai menos cloro no processo, o que diminui as chances de irritação.

Com fralda ou sem fralda?

Claro que os pais ficam receosos de colocar o bebê na piscina e de repente vir aquela surpresa: xixi ou cocô feitos na água – o risco existe mesmo.

Então sim, uma forma de aumentar a segurança contra esse imprevisto é usando fraldas próprias para natação.

Piscina coberta:

Se puder escolher sem dúvida é uma ótima opção.  Assim você evita que o bebê seja exposto ao sol em horários em que pode fazer mal – mesmo com uso de protetor solar.

Levando o bebê para o mar

Se a sua família costuma passar as férias na praia ao invés de piscina, os cuidados com o bebê no mar também devem existir.

Segundo especialistas, sim, é possível levar o bebê para o mar a partir dos 6 meses de idade. Mas existem alguns pontos de atenção que não podem ser esquecidos. Veja as dicas a seguir.

Escolha bem o horário:

O principal cuidado tanto com o bebê na piscina quanto no mar é com relação à exposição solar. O ideal é levar a criança antes das 10h ou após as 16h. Assim evita de pegar o sol em sua fase mais forte e nociva.

Proteção solar:

Mesmo escolhendo bem o horário é crucial garantir a proteção solar. Use protetor próprio para crianças, lembrando que eles só podem ser aplicados em bebês a partir de 6 meses.

Além do protetor correto indicado pelo pediatra é interessante usar roupas leves – de algodão, por exemplo – ou de tecido com proteção UV. Um chapéu ou boné ajuda a proteger o rosto e a cabeça do bebê contra a queimaduras devido à exposição solar.

Ah! Vale reforçar também que apesar das fraldinhas próprias para uso na água não encharcarem, troque essas fraldas mesmo que estejam limpas – periodicamente durante o dia.

Cuidados com a alimentação

Seja para ambiente de praia ou piscina, a alimentação é um fator importantíssimo para o bem-estar das crianças. Ainda mais considerando que esses locais costumam ser quentes e de muita agitação.

Por isso, priorize uma alimentação muito leve e o mais natural possível.

O ideal é que os pais preparem a alimentação em casa e evitem comprar comida fora de casa. No calor há muita ocorrência de mau armazenamento, o que pode causar problemas estomacais sérios em bebês.

Arrume tudo em bolsas térmicas que realmente suportem altas temperaturas e protejam os alimentos contra o aquecimento. Lave bem e corte frutas e legumes. Prefira levar alimentos que possam ser consumidos in natura, evitando frituras e cozimentos.

Já para o bebê que toma fórmula não leve a mamadeira pronta. Nesse caso leve tudo para preparar na hora do consumo, garantindo assim que o bebê tenha acesso a um alimento fresco e saudável.

Depois da praia – o que fazer?

Depois de aproveitar um dia inteirinho na praia com o bebê, os pais devem ter outros cuidados extras. Primeiro, lave a criança em água doce, pois, o contato estendido com a água salgada pode causar irritação.

Depois de tirar a água salgada do corpinho do bebê, invista em uma roupa sequinha, mesmo que o trajeto até o local onde um banho completo será dado, seja curto. Agindo assim você evita assaduras, coceiras e alergias.

Checklist bolsa do bebê na praia

Organizar esse dia de diversão na praia pode ser trabalhoso e requer atenção. Para lhe ajudar nessa tarefa criamos um checklist com os principais itens que não podem ficar fora da bolsa ou mochila do seu filho.

  • Fralda descartável;
  • Fralda descartável para piscina;
  • Protetor solar;
  • Toalha e roupão;
  • Trocador portátil;
  • Pomada e talco do bebê;
  • Itens de higiene (lenço umedecido, óleo hidratante, escova de cabelo, shampoo, sabonete líquido);
  • Troca de roupa incluindo boné e chinelinho;
  • Lanche e água.

Prontinho! Confira todos os itens e não deixe nenhum para trás. Na hora de levar o bebê na piscina ou na praia escolha uma bolsa espaçosa, que comporte com folga tudo o que seu filho precisa para aproveitar o dia de verão.

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