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Seu filho não come? Conheça o transtorno de processamento sensorial!

transtorno de processamento sensorial

Seu filho tem dificuldades para comer? Infelizmente, esse é um caso comum durante os primeiros anos da infância, e muitos pais passam por sérios problemas para contornar essa situação e conseguir promover uma rotina alimentar para as crianças.

Alguns, desinformados quanto aos principais pontos sobre o tema, tentam forçar as crianças a comerem, uma atitude que, além de insatisfatória, pode a piorar a situação.

Uma das razões pelas quais os pequenos podem evitar comer é a presença do transtorno de processamento sensorial. Já tinha ouvido falar sobre ele? Vamos apresentar a questão para você a seguir. Boa leitura!

O que é o transtorno de processamento sensorial?

Nos primeiros anos de vida, tudo é novo para a criança. O cérebro, ainda em formação, está começando a captar e a discernir os primeiros estímulos externos, como a voz dos pais, a diferença entre algo quente e frio, entre outras percepções. A partir disso, é gerado o desenvolvimento sensorial do pequeno.

O transtorno de processamento sensorial faz com que o indivíduo tenha uma maior ou menor sensibilidade a esses estímulos em comparação à população média na mesma faixa de idade. Isso pode afetar qualquer um dos sentidos: audição, visão, tato, paladar ou olfato, ou ainda impactar mais de um sentido ao mesmo tempo.

Ou seja, nesse caso, há uma percepção que está em um dos extremos do espectro: ou a criança tem hipossensibilidade ou hipersensibilidade a determinados elementos, e isso passa a incomodá-la.

Quais as principais características do transtorno de processamento sensorial?

Como vimos, quando a criança tem o transtorno de processamento sensorial, ela apresenta determinados comportamentos que podem indicar uma maior sensibilidade a determinadas questões ligadas a alguns sentidos ou a todos eles ao mesmo tempo.

Por exemplo, a criança passa a ter um certo incômodo com pessoas a tocando constantemente, não gosta do contato com as roupas, sapatos e meias, reclama que todo toque dói etc. Ela começa a ficar mais retraída, justamente para não enfrentar essas situações.

Na parte alimentar, o pequeno pode passar a não comer determinadas texturas ou sabores porque aquilo o incomoda consideravelmente. Também é possível que ele desenvolva uma tendência a evitar alimentos com sabores intensos. Em alguns casos, qualquer sabor gera um incômodo, e a criança passa a não querer comer nada.

Quais as diferenças entre hipossensibilidade e hipersensibilidade no transtorno?

No transtorno de processamento sensorial, como falamos, pode ocorrer um dos extremos: uma hipossensibilidade ou uma hipersensibilidade. Vamos mostrar algumas diferenças entre esses aspectos a seguir.

Hipossensibilidade

Na hipossensibilidade, a criança tem muita dificuldade em conseguir processar os estímulos externos, de forma que ela necessita de um contato maior com os itens que manipula para conseguir trabalhar com eles. Esse fato faz com que o pequeno realize as seguintes ações:

  • grita (hipossensibilidade auditiva);
  • gosta de subir em lugares altos (hipossensibilidade espacial e visual);
  • esbarra constantemente nas coisas (hipossensibilidade espacial e visual);
  • mastiga todos os objetos (hipossensibilidade no paladar);
  • come excessivamente (hipossensibilidade no paladar);
  • gosta de cheirar todos os objetos e pede sempre por perfumes (hipossensibilidade olfativa);
  • adora objetos coloridos e excesso de iluminação (hipossensibilidade visual);
  • tem necessidade de tocar em tudo (hipossensibilidade tátil).

Hipersensibilidade

Nesse caso, a criança apresenta uma maior sensibilidade aos estímulos externos, de forma que o mínimo contato estimula de forma exagerada seus sentidos. Ela apresenta os seguintes comportamentos:

  • tampa a orelha diante de barulhos (hipersensibilidade auditiva);
  • não consegue comer muitos alimentos ou não suporta texturas específicas (hipersensibilidade no paladar);
  • não gosta de ser muito tocada (hipersensibilidade tátil);
  • recusa-se a tomar banho ou a brincar com água (hipersensibilidade tátil);
  • anda na ponta dos pés (hipersensibilidade tátil);
  • evita atividades que possam sujá-la (hipersensibilidade tátil);
  • reclama de cheiros (hipersensibilidade olfativa);
  • não gosta de ambientes iluminados ou muito coloridos (hipersensibilidade);
  • sente que tudo causa dor (hipersensibilidade tátil);
  • tem problemas de aprendizagem gerados pelo incômodo com os estímulos;
  • sofre com problemas de sono derivados da hiperestimulação.

Quais estratégias devem ser utilizadas se a criança tem aversão sensorial a alimentos?

Além de tudo que falamos, é importante que os pais observem do que a criança realmente gosta e ao que ela criou aversão, para avaliar se o problema está relacionado com coisas específicas (por exemplo, determinadas cores, sabores ou texturas) ou se é um quadro generalizado.

Em primeiro lugar, se você suspeita que seu filho tem esse transtorno, é fundamental buscar auxílio com um profissional para que o diagnóstico seja feito. O pediatra, diante do relato dos pais, das conversas com o pequeno (caso já tenha uma boa expressão pessoal) e dos testes clínicos poderá gerar o diagnóstico preciso sobre a questão.

A partir da confirmação do quadro, tenha consciência de um ponto: uma criança que tem o transtorno é tão inteligente quanto qualquer outra. Ela apenas tem uma forma diferente de processar os estímulos externos e precisa de maior atenção quanto a isso. Afinal, devido aos incômodos da hiperestimulação, pode ter dificuldades de aprendizagem. Portanto, buscar auxílio e tratamento é fundamental.

Em alguns casos, terapias ocupacionais podem ser grandes aliadas no processo, para que se possa realizar uma abordagem de integração sensorial diferenciada. Com o tempo e a terapia, a criança poderá ter uma resposta mais próxima de quem processa os estímulos de forma mais tranquila. Isso não significa que ela está curada (o transtorno não tem cura), mas que passou a lidar melhor com a questão.

Nos casos de hipossensibilidade, os pais devem tomar cuidado para que os pequenos não consumam elementos que não são comestíveis e evitem possíveis excessos alimentares. Já na hipersensibilidade, os responsáveis precisam observar se há uma certa seletividade alimentar ou se o problema engloba todo o processo de alimentação.

Não brigue com a criança. Isso realmente a incomoda, não é uma espécie de pirraça. Então, não a deixe com medo com condutas mais agressivas. Converse com o pequeno sobre a necessidade de comer, encontre alternativas alimentares que o incomodem menos e utilize elementos lúdicos para conseguir estimulá-lo a se alimentar continuamente.

Lembre-se de que ter paciência é fundamental. A própria criança não tem consciência do que está acontecendo ou das razões pelas quais os estímulos a incomodam. O acolhimento é essencial para que ela possa ficar mais tranquila e aprender, com seus responsáveis, a lidar com essa situação.

Seu filho apresenta algum dos pontos que falamos acima? Tem o transtorno de processamento sensorial? Como você lida com a situação atualmente? Deixe um comentário com sua experiência!

65 Comentários

  • Laryssa disse:

    Meu filho de 3 anos não gosta que pegue nele com a mão molhada, nem objetos como o copo que vai beber água estiver molhado , até por dentro. Ele fica irritado ele grita e sai correndo ” ta molhado tá molhado” mto choro e haja paciência . Estava lavando a louça quando ele me chamou pra banhar ele, ele viu minhas mãos molhadas e já foi correndo mto irritado

  • PATRICIA disse:

    Oi.. meu filho tem 4 anos está gritando muito principalmente momento de euforia. Ele tem muitas características hipo. Como poderia ajudar?

  • Raquel Andrade disse:

    Olá boa tarde minha filha tem 4 anos e eu tento dar alimentos a ela com textura e ele chora muito e não quer comer e eu me sinto preocupada com isso eu gostaria de poder ter uma reposta obrigada

  • Barbara Trevizano disse:

    Eu tenho 18 anos e gostaria de saber se esses sintomas podem se encaixar ainda na fase adulta.
    Li sobre os dois (hipo e hiperssensibilidade) do seu artigo e me encaixei muito no caso da hipersensibilidade.
    Também gostaria de saber se no caso da hipo e da hiper podemos gostar de coisas coloridas, mas sem muitas informações presentes e se podemos preferir locais sem muita iluminação. Pois, eu esse é meu caso, então seria uma coisa mais equilibrada entre os dois e considerada normal?
    Gostaria mt da sua resposta. Grata desde ja. ^^

  • Elisabete Darccin de disse:

    Ola bo dia.Tenho um netinho quefara 4 anos em outubro e nao come nada pastoso,tipo pure,manteiga,requeijao,macarrao.Adora macarrão sem coser,como sai do pacote.Tambem tem problemas com cheiros e barulhos muito altos.Do resto e muito aegre,super comunicativo,faz amizades com outras criancas mto facilmente.Que fazer???

  • Mariana disse:

    Olá!
    Minha filha tem quase quatro anos e tem hipersensibilidade tátil e auditiva. Desde bebê ela tem indícios, não se suja, não ia de colo em colo, não pisava na areia/ grama, chorava com barulhos altos ou estranhos. Um dia conversei com uma TO que me falou esse termo e comecei a pesquisar. TUDO fez sentido! Ela já tinha 2 anos. Não teve problema com textura pois fiz a IA pelo método BLW (recomendo), que não foi direcionado pra isso, mas acabou sendo salvador pois hoje em dia ela come de tudo (pelo menos coisas saudáveis rs), não gosta de comida quente e nem de comidas misturadas demais (pizza, hambúrguer). Ela andou com 1a10m pois não suportava por os pés no chão. Hoje em dia ela faz acompanhamento com TO pois tinha pouquíssimo tônus muscular (é uma criança grande, dentro do peso mas poucos músculos) – melhorou bastante mas é um processo gradual. Saber do diagnóstico foi ótimo pois guiou a nossa lida. Desejo sorte e saúde a todos.

  • Lucia Troina disse:

    Olá, vi muitas mamães, e alguns poucos papais, preocupados em lidar com a situação que se apresenta à seus filhos.
    Eu, todavia, cheguei neste artigo para uma melhor compreensão de mim mesma. Hoje consigo nominar o que sempre me incomodou. E, claro, me rotulou como fresca, chata, reclamona, etc.
    Viver numa sociedade multiestimulante é um terror para nós com o TPS. Eu tenho 40 anos e agora consigo me compreender melhor. E, assim, respeitar as minhas limitações.
    Fogos de artifício no final de ano ou jogos de futebol, moto com escapamento aberto, goteira, cachorro latindo é a morte. Costura de roupa, etiqueta, blusão de lã sintética, também. Luz do sol, letreiros luminosos, baladas nem pensar. Pasta de dente em gel, flúor, cebola, milho, alimentos estralando nos dentes… argh… me arrepia só de pensar. Perfumes doces, desinfetantes, incensos, nem pensar.
    São coisas aparentemente muito pequenas mas que ganham proporções gigantes para nós hipersensiveis.

    Por isso, mamães e papais validem qualquer informação de seus filhos. Pois, o transtorno pode se manifestar de várias maneiras e, às vezes, tudo junto.

  • Márcia disse:

    Olá pessoal! Vcs chegaram a montar algum grupo para convencer sobre isso? Gostaria muito de participar… muito obrigada!

  • Rafael Mallmann disse:

    Barbaridade. Duas coisas para comentar aqui: 1) lamentável ver que não há pais (homens) nessa discussão. 2) é de assustar certos relatos, tanto pela luta diária com os pequenos quanto pelas provações que as mães/famílias tiveram que passar.

    Deve ser tremendamente desgastante e muito ruim para a criança, que, em tenra idade, ainda não sabe se expressar corretamente e não sabe verbalizar o que sente com as coisas. Isso torna o diagnóstico difícil.

    Minha filha tem 3 anos e meio. Eu não posso dizer que ela não tem nada da lista, mas graças ao bom Deus, ela, perto de alguns casos aqui, não tem nada. Ela tem bastante dificuldade com a temperatura dos alimentos (um pouco mais do que morno ela alega ser quente e um pouco menos ela alega ser gelado) e também dificuldade com texturas mais melequentas. Sua seletividade alimentar não é restritiva como a de vários exemplos que vi aqui, mas ela vai “ciclando” entre os grupos de alimentos preferidos.

    Muito bom artigo.

  • Mirlene Daltro disse:

    Meu nome é Mirlene, moro em Cuiaba-Mt, tenho um filho de 11 anos, e luto desde os 3 anos com a seletividade alimentar, já procurei vários profissionais desde acupuntura, Microfisioterapia, fonoaudiologia, hipnose, neuropediatra, psicóloga alimentar, nutricionista, Nutrologa e agora lendo essa postagem acredito que tenha descoberto o problema dele, só come arroz, filé de frango, peixe grelhado e toma leite não come mais nada nem pão, bolacha, salgadinho nenhuma fruta ou verdura e nenhum tipo suco. É muito difícil principalmente em viagens pq só come isso é extremamente seletivo, não experimenta nada é o cheiro dos alimentos também incomodam. A família nunca entendeu, já ouvi muito isso “ imagina um menino desse tamanho não comer , deixa ele um dia sem comer , deixa ele ficar uma semana na minha casa pra vc ver, vai comer de tudo” . Como é importante essa troca de informações, estou vendo agora uma luz no fim do túnel pq ele tem várias características desse Transtorno Sensorial. Obrigada pela matéria tão esclarecedora.

    • Ronnia Flores disse:

      Minha filha apresentava essa hipersensibilidade desde bebê, principalmente em relação às roupas e texturas dos alimentos. Quando introduzi alimentos sólidos ela simplesmente parou de comer, só aceitava a fórmula. Ficou dois anos só comendo isso. No início fiz de tudo, forcei, tentava engana-la, depois, por puro desespero fui oferencendo sorvetes, chocolates, tudo, mas ela não aceitava nada e o pediatra dizia que era normal, que nenhuma criança que tem comida em casa, morre de fome. Enfim, fui levando mas se tornou um transtorno mesmo quando ela chegou aos 4 anos e simplesmente, durante uma viagem num local mais frio, ela se recusava a colocar qq roupa. Tudo incomodava, ela chorava e eu achava que era pirraça. Então a levei em uma psicóloga que rapidamente a diagnosticou com um transtorno. Na época ela disse ser TOC, com uma hipersensibilidade sensorial. Esse diagnóstico de TPS só fui ouvir muitos anos depois… hoje ela tem 12 anos, é super ativa, alegre, comunicativa, tem uma vida normal como qualquer adolescente. Mas foram muitos anos de sofrimento, até os 10 ela só usava chinelo e no dia de Ed. Física na escola, era uma luta, pq ela não conseguia calçar os tênis e a escola não permitia, os fios de cabelo encostando no rosto, a língua molhada, a gola da blusa que tinha que ser numa determinada altura, não ia a praia por causa da areia, não pisava no chão, o cheiro de iogurte que eu cima e ela sentia e não chegava mais perto de mim, ou um papel de bala em algum lugar que ela precisava passar e não conseguia de tanto nojo… muitos casamentos indo de vestido e chinelo, muitas brigas, muito desgaste. Sempre fez TO e acompanhamento com psiquiatra mas até os 10 anos, nenhuma medicação era permitida. A partir dessa idade ela começou a tomar e tudo passou. A psicóloga sempre me falou que os sintomas infelizmente só melhoram com medicamentos. Não sei se procede mas depois de muita análise, optamos por dar ela. É uma dose mínima, mas Não sei a longo prazo qual efeito terá na vida dela mas hoje ela é muito mais feliz e não tem mais nenhum incômodo. Ainda é restritiva com a comida, mas já experimenta e tenta comer coisas novas. Usa todos os tipos de roupa, não sente absolutamente nada de antes. Tem uma vida normal começando agora as crises da adolescência rsrsrs. Sempre busco artigos sobre isso para saber se existe algum tratamento alternativo, pois acredito não haver cura. Mas quis deixar meu relato aqui, pois queria muito ter lido algo do tipo desse artigo na época em que tudo começou. Teria sido menos doloroso saber que não estávamos sozinhos.

      • Patrícia disse:

        Oi, Li o seu relato e vi que tem muitas características parecidas com minha filha de 8 anos, que desde bebê nunca aceitou papinha (fazia vomito), é super restritiva até hoje, não come comida misturada(diz que está suja), não bebe suco sem coar, as roupas não usa quase nada (tudo tem que ser de malha bem molinha e sem etiqueta ou estampas! Uma luta todos os dias, preocupação com
        Alimentação! Sente também cheiro de alimentos que comemos e sente nojo, o pai tem barba e ela não suportA!
        Qual
        Profissional que vc levou que medicou ela? A minha também já fez terapia mas não adiantou nada!

        • Ronnia disse:

          Eu levei a vários profissionais e ouvi de tudo… mas a primeira terapeuta que levei é que a diagnosticou está com ela até hoje. Ela que me orientou a respeito descer necessário uma medicação. A partir daí fui a neurologista e psiquiatra… até acertar com uma psiquiatra que primeiramente receitou um tipo de calmante leve, permitido a crianças mas que não tratava os sintomas e sim, diminuía o stress que tudo causava. Qdo ela atingiu a idade permitida, ela começou com o remédio específico para o transtorno . E a partir daí os sintomas pararam definitivamente 🙏🏼🙏🏼
          Mas essa busca é necessária até achar um profissional que vc sinta confiança e acredite no tratamento

      • Giovanna disse:

        Minha filha tem 1 e 4 meses não aceita a comida cair nela por exemplo e nem chinelo usa to desesperada.

      • Camila Andressa disse:

        Querida mãe! Estou passando exatamente com meu filho Davi de 6 anos. Gostaria muito de seu auxílio. Como faço para falar com vc. Obrigada

      • Camila Andressa disse:

        Boa noite!!!
        Rezei tanto para Deus mostrar o caminho.
        Eis que pesquisando encontrei este texto super esclarecedor e com vários comentários. Meu filho de seis anos começou selecionando as roupas, calçados e cueca. Resumindo: hj ele não usa nada. 🥲🥲🥲. Está nu. Usa pra ir à escola pijama. E qdo chega em casa, tira. Nossa vida virou de cabeça pra baixo. Ele relata dor, incômodo etc. estou aguardando para começar TO. Gostaria de saber o tipo de medicação. Vi comentário de uma mãe aqui, a Ronnie. Por favor, vamos trocar experiências e nos ajudar!!! Obrigada

    • Juliana disse:

      Você conhece a Fono Sabrina Fontanezi? Ela é Especialista em seletividade alimentar. No Instagram dela tem informações riquíssimas.

  • Hélia disse:

    Entāo é isso !!!
    Minha neta de 3a 3m tem Transtorno de Processamento Sensorial.
    Ela é exatamente como as crianças descritas nos comentários das mães. Não suporta roupas, usa só calcinhas dia e noite, mesmo com o frio intenso.
    Nāo come comida, nem verduras e legumes. Só aceita carne, mamadeira, banana e água de Coco. De vez em quando alguma bolacha, biscoito água e sal , pāo e bolo. Tudo aos poucos.
    Agora q sabemos o q ela tem, vamos procurar o tratamento certo.
    Obrigada pelas informaçőes.

    • BRUNA MILKA GERMANO MARTINS ROCHA disse:

      A minha filha de 3 anos e 3 meses é exatamente assim! Já tem uns 10 meses que toda roupa que eu visto nela ela fala que incomoda, que dói, que aperta, agora até calcinha está incomodando, está querendo fica pelada! No frio é uma tristeza, pois, não veste de jeito nenhum roupas de frio! É uma luta diária! Com alimentação, só mama leite, come algumas frutas, feijão, milho e peixe! Não experimenta nenhuma comida nova, tem extrema resistência, ela olha a textura da comida e não experimenta de jeito nenhum! Estou procurando um profissional (psicologo, psicoterapeuta…) para ajudar no problema! Tem dias que é muito desgastante! Vamos trocar experiências! Vou deixar o meu número 34-99127-5451! Me coloquem no grupo por favor!

  • Márcia rocha disse:

    Meu filho fez três anos e eu desconfiava que ele tivesse autismo. Tem apresentado fala atrasada e muitos comportamentos estranhos. Levei na psicóloga e na primeira sessão ela já pediu para que eu me orientasse sobre Hiposensibilidade. Acendeu uma luz para mim. Meu filho tem todas as características. Agora aguardar os próximos passos com a neuropediatra e fono. Ele se recusa a desfraldar apesar de já ter controle de esfinctere. Não consigo colocar cueca ou short nele sem a fralda de jeito nenhum. Calçado novo é uma verdadeira luta. Mas estou feliz por ter descobrido o que ele tem. É um alívio poder agora ajuda lo. Meu compromisso com ele é fazê-lo um homem independente e funcional. Todas nós estamos aqui em busca disso… Vamos trocar experiências. Abracos

    • Daiane disse:

      Chega a dar um alívio, ver q não sou a única, minha filha tem sensibilidade ao arroz misturado ao feijão, arroz sozinho tudo bem, TB cheguei a pensar em autismo e até conversei com a pediatra q falou q não via sinais, q era p eu me tranquilizar, pq ela fala super bem, entende o que o fala e o que falamos, mas é seletiva na alimentação.

  • Priscila disse:

    Bom ter essa troca de experiência, nós como mães sofremos muito até descobrir o que é, muito bom essa troca.

  • Carolina Oliveira disse:

    Boa noite! Quem pode me indicar um terapeuta ocupacional em Belo Horizonte!?

  • Claudia Nakamura Macedo disse:

    Nossa, como foi bom ler tantos depoimentos e histórias parecidas com as minhas! Tenho um filho de quase 7 anos que foi diagnosticado com TPS (transtorno do processamento sensorial) aos quase 5 anos de idade. Na epoca fizemos avaliacoes com especialistas pra saber se ele tbem estava no espectro autista mas ele não foi diagnosticado com TEA.
    Eu sempre notei que ele desde muito pequeno ja demonstrava não tolerar certos barulhos, odiava molhar a roupa (nem que fosse com 1 pingo de agua), odiava etiquetas nas roupas, acordava com facilidade com qualquer barulhinho, qdo bebê nao gostava de passar de colo em colo (ficava nervoso e chorava bastante), não pisava na grama/areia descalço de jeito nenhum (nem qdo a gnt ia na praia! Eu tinha que levar ele no colo do carro pra esteira que o meu marido estendia antes da gnt sair do carro!). Ate hj não come nenhum tipo de alimento pastoso como purê, cheira quase td, principalmente uma comida mais diferentona e recusava a comida servida pela escola qdo o cheiro o desagradava (ele nao queria nem saber o que seria servido!). Todos esses episódios “regados” a muito chororô, crises nervosas e a gnt pais com o coração na mão.
    Na epoca apesar de todos esses sinais eu nunca suspeitei que pudesse ser algo mais serio…ele é o meu primeiro filho e eu não tinha muito parâmetro pra saber o que era uma criança “normal”, sem esse transtorno. Conversava com parentes e amigas que ja eram mães e todos falavam: calma, é normal…vai passar. Ok, mesmo exausta por dentro segui adiante.
    Ate que um dia a professora dele me chamou pra conversar dizendo que ele parecia ter algum problema sensorial, que era bom eu conversar com a pediatra dele e me contou vaaaarios episodios que aconteceram la na escola.
    Essa conversa foi um divisor de aguas nas nossas vidas pq desde então a gnt vem priorizando o tratamento dele com Terapia Ocupacional e tbem terapia de linguagem.
    Decidi agora criar um grupo no Facebook! Vamos trocar ideias, experiências e ajuda? Ele se chama Crianças com Transtorno do Processamento Sensorial (TPS). Parabens por ess super post sobre o TPS!!!!

  • Cristina Hattori Figueira disse:

    Caso alguém queira trocar experiências a respeito de hipersensibilidade alimentar de crianças com TEA vou deixar meu número 95 99162 6025 Cristina

    • Claudia Nakamura Macedo disse:

      Ola, lendo esse post e todos os comentarios decidi agora criar um grupo no Facebook pra gnt se “auto-ajudar”!
      Dei o nome de: Crianças com Transtorno do Processamento Sensorial (TPS)

  • Cristina Hattori Figueira disse:

    Meu filho tem TEA, tem 7 anos nunca comeu comida de panela e só se alimenta na mamadeira acerta somente mingau de Aveia q atualmente é o “Almoço dele”,vitamina de frutas, pão misturado com Nescau é as vezez suco é Água. Mais isso tudo somente na mamadeira estou muito aflita e angustiada pois não sei mais o q fazer.

  • Alessandra Martins disse:

    Melhor matéria que lê até hoje sobre este assunto!
    Meu filho tem 2 anos e 8 meses desde quando comecei com 6 meses a dar comida e frutas amassadas ele vomitava tudo, eu brigava e insistia todos os dias…. aquela luta diária!
    Passamos em várias pediatras e nada,…. até que passei a processar no mix a comida e a fruta dele, aí que fui mais julgada pela a família….. só assim ele parou de vomitar!
    Fizemos vários exames, até endoscopia, um exame tão invasivo para uma criança, não deu nada!
    A mês de uns 4 meses que levamos ele no Neuro e ela falou que ele tem hipersensibilidade sensorial, alimentar e tátil.
    Muito triste as pessoas não entenderem nossas dores e lutas só criticarem…. a mãe é culpado por tudo de errado pela sociedade e PRINCIPALMENTE pela FAMÍLIA…. triste realidade….. justo quando precisamos de mais apoio!

    Queria muito trocar experiências, desabafos e etc, pensei em criar um grupo no WhatsApp, se estiverem interesse me chama 031 9 85192422.
    E-mail: Alessandralmartins2@gmail.com

    Ps: estou precisando muito de ajuda 🥲

    • Priscila disse:

      Oii, estou passando pela mesma coisa com o meu, realmente está sendo muito difícil, familiares não entendem. Me coloca no grupo 51992345181

    • MINEIA DE SOUSA disse:

      Gente ! Eu me achando uma mãe péssima pq não percebi isso mais cedo. Meu filho tá perto dos 6 anos e tem hipersensibilidade . É o cheio de frescuras da casa . Me coloca no grupo por favor !
      81 99243-6548. Grata! Mineia

  • Cleide disse:

    O pediatra do meu filho falou pra eu tirar a mamadeira. Deixa lo com fome o dia todo. Se não comesse a noite, deixasse dormir com fome. Falou pra oferecer a comida fria do almoço até a janta. E assim um dia ele iria comer. To xom vontade de voltar no consultório e oedir ora ele se informar mais. Estudar mais. A fim de que ele não fale mais isso para outras mães

    • Ivana disse:

      Falaram o mesmo para o meu. Aí levei numa Neuropsicopedagoga
      Avaliaram e ele está fazendo TO e Desenvolvimento precoce. Ele só toma fórmula. Não come mais nada a 6 meses. Ele tem 2 anos e 3 meses.

  • AMANDA DE CASSIA disse:

    Estou desconfiando que minha filha hipersensibilidade olfativa, ela não suporta certo odores, e cheiros, como frutas, líquidos com cheiro mais fortes como refrigerantes, enérgicos etc… Eu não posso tomar nada sem que ela fique reclamando do cheiro no ambiente

  • Ana disse:

    Minha filha tem 5 anos.
    Há 2 anos começou a apresentar seletividade em colocar roupas.
    Começou querendo usar só vestidos. Parou de usar shorts, calças, meias, camisetas, pijamas, agasalho…
    Faça frio, faça sol, só queria usar vestidos. No inverno é um caos pq ela não usa roupa de frio de jeito nenhum. Já gastei muito dinheiro comprando roupas novas para ela para ver se ela usa alguma coisa. NADA FUNCIONA. Ela reclama de absolutamente tudo.
    E agora, nem vestido quer mais usar. Só quer ficar de calcinha.
    Estou muito estressada com tudo isso, minha relação com ela está cada dia mais complicada pq estou cansada de tanto stress. Minha vontade é de fugir.
    Hoje a pediatra pediu para eu investigar TRANSTORNO PROCESSAMENTO SENSORIAL e acendeu uma luz dentro de mim. Já marquei consulta com TO e vamos ver se o terapia nos ajuda.

    • Roberta disse:

      Olá Ana. A minha filha tem 3 anos e é exatamente assim. Até lá vestidos q usava tempos atrás não aceita. Hoje foi uma hora d luta p escolher uma roupa. Eu tenho paciência pq se ela fala q tá doendo é pq tá doendo no corpo dela. Mas as pessoas não entendem, o pai da minha filha fala q eu q deixei ela assim. Aff. Preciso levar a minha filha tbm no to. Aqui não aceita nem calcinha. Se colcoar fralda e calcinha p cima ela chora até tirar a calcinha

    • Anget disse:

      Boa noite tudo bem!!! Vamos trocando idéias então aqui… Pois meu filho que vai fazer 5 anos eu mesmo poblema aqui em casa, já gastei com roupas calçados e não quer usar, é triste para uma mãe pois queremos vestir o filho quanto mais lindo possível, fica do de cueca e camiseta na casa, agora no inverno fica igual… Não coloca roupa de inverno e calçado de maneira alguma!!! Alguém pode me ajudar? Mais mães com esse problema.

      • Priscila disse:

        Oii, o meu tenho a mesma dificuldade, comecei a falar que as roupas das cores são dos personagens, mesmo não tendo o desenho deles. Quando o casaco é vermelho digo que é do homem aranha, azul do Sonic, o tênis preto é do Batman. Falo que ele é um super herói. Comecei a ter mais calma e fazer essas brincadeiras para vestir ele. Dependendo do dia, nem sempre funciona. Mas já é um começo.

    • daiane disse:

      Olá Ana , Boa Tarde

      Minha fila , de 9 anos também agia assim . Usava somente saias , com o tempo era saias por cima das roupas . Agora ela reclama de tudo , tudo há problemas em relação a roupas . Levei ela hoje ao pediatra a mesma me alertou também , e encaminhou para TO . Que logo elas recebam ajuda correta pois não é fácil.

    • Lilian disse:

      Oi podemos conversar sobre?

    • Gláucia disse:

      Meu Deus !!!! Agora consigo entender! A minha fila é exatamente igual, Não gosta de roupa tudo incomoda, também já fiz de tudo . Com frio só de calcinha, eu fico louca porque tenho medo que ela adoeça. Já perdi muita roupa dela sem usar. Quando coloca roupa é do avesso. Que bom saber que isso tem tratamento, vou mudar minha forma de abordar a situação com ela .

  • adriana disse:

    Tenho um filho que só aceitava mamadeira até os 5 anos de sabor baunilha, não comia mais nada. Foi diagnosticado com hipersensibilidade oral. Foi muito auxiliado com a terapia ocupacional e fonoaudiologia. Importante saber que a terapia ocupacional trabalha outros sentidos e desenvolve de forma indireta o processo sensorial alimentar. Não deixe seu filho sem terapia ocupacional e fonoaudiologia, é um trabalho de longa duração e tem que ter muita paciência mesmo, mas vale a pena.

    • Mariana Cristina da Silva Pereira disse:

      Meu filho vai fazer 7anos e ainda não foi fechado o diagnóstico dele.So este mês que uma pediatra ouviu todas minhas queixas e ela falou que ele tem transtorno do processamento sensorial.Apesar de ter sido atendido pela uma neuro que suspeitou de TDS ou TEA.Nao tive condições de começar o tratamento na fono ele na terapeuta ocupacional.Aguardando o SUS pois desde que a criança não trabalho faço bico e só agora que consegui um hospital mais adequado pra tratar seus problemas.infelizmente a pandemia atrapalha tudo porq a maioria dos médicos foi suspenso os atendimentos nesse hospital.Fico no aguardo de voltar a atender pra dar início as terapias.

      • Evelyn Souza disse:

        Olá, meu filho tem autismo e TEA faço tratamento dele no SUS e pela APAE está ajudando bastante procura na sua cidade se vc encontra. Deus a abençoe.

      • Lidiana Portela Assis disse:

        Vi seu filho no meu se quiser trocar ideia 66999542959

  • JUCIANY disse:

    Minha filha tem 5 anos e sempre fui muito resistente para aceitar os alimentos, hoje ela só aceita a vitamina de manga ou abacate, farinha, biscoitos secos e salgadinhos de saquinhos que são crocantes ( em específico Doritos) APENAS ISTO! Ela não aceita cheirar, tocar novos alimentos e se insistir ela vomita. Nunca comeu comida de panela, nem uma fruta, muito verduras. Até aquela slime que muitas crianças adoram e ela já teve muita resistência para tocar. Vivo buscando alternativas para lidar com essa seletividade alimentar e pelo acredito que ela tenha sim uma disfunção no processamento sensorial.

    • KELLY disse:

      Ela tem autismo também?

    • Ana Paula disse:

      Olá Juciany, meu filho tem 5 anos e é portador de TEA, ele também só aceita os mesmos alimentos todos os dias, muito retsrito, chega a sentir nause a a vomitar com o cheiro de comida, entra em desespero. Em casa, não estou conseguindo cozinhar pois ele entra em pânico, não come comida, nem frutas, legumes e nem verduras. Não aceita novos alimentos e só de falar ele sente vontade vomitar. Podemos trocar experi~encias!

  • ALINE CRISTINA PREVEDEL disse:

    Melhor texto que já li sobre o assunto….e sem associar com autismo…tratando só do caso específico do sensorial. Meu filho tem hipersensibilidade..descobri com 1 aninho. Só aceitava mamadeira de frutas na cor laranja …e assim foi por até quase 2 aninhos…. Vomitava por tudo…comida…pisar na areia…cheirar uma flor. Fez acompanhamento com psicóloga…fonoaudióloga e terapeuta ocupacional até o início do ano passado onde paramos por um tempo devido a pandemia. Hoje com 6 anos ele já brinca com os amigos no parque…sem vomitar…toca nas flores…pisa na grama ,mas ainda há muita resistência com os alimentos. Sua alimentação se restringe a poucos alimentos….o restante come escondido dentre estes que ele aceita( misturo de forma que não perceba…principalmente não veja ). Hoje consigo …algumas vezes ..um abraço e um beijo…sem ele reclamar..rsrs
    Até chegar ao diagnóstico passei por muitos pediatras que não perceberam este problema…e fui até humilhada por um pediatra que disse que eu era submissa ao meu filho de 1 não…só porque falei para colocar o sapato por favor….usei a palavra por favor como de costume…por educação como minha mãe me ensinou…estava desesperada por não dormir e ver meu filho se alimentar só de mamadeira de frutas e o médico preocupado com o modo como falo com meu filho…me disse coisas horríveis…que me tiraram o chão naquele momento. A familia nao entende ate hoje que ele tem este transtorno e sempre ouço que demorei para dar a comida para ele.
    .como se eu tivesse culpa da recusa dele.
    É muito doloroso passar por isso…como gostaria de encontrar uma solução.

    • Kezia disse:

      Tb passei por isso a pediatra me humilhou dizendo que meu filho era assim pois era uma mãe super protetora que a culpa era minha. Essas ofertas são insuportáveis e mesquinhas

    • Aadriana disse:

      aboa tarde Aline, onde vc mora? tenho um filho hoje com 10 anos e que também tinha hipersensibilidade alimentar e tátil. Tomou mamadeira de suplementos até os 5 anos de idade. Começou a fazer tratamento com 1 ano e meio até descobrirem o diagnóstico.se quiser entrar em contato, alomac1970@gmail.com, posso te orientar. sei o que vc passa.

    • Simone rodrigues disse:

      Nossa Adriana que legal vc falar da sua experiencia. só descobri que minha filha tem agora e ela tem 13 anos. Infelizmente os pediatras no geral nao sabem diagnosticar para nos ajudar. As vezes temos que pesquisar e descobrir ssozinhos , foi o meu caso.

    • Natali Valéria disse:

      Compreendo como se sente. As pessoas querem a qualquer custo culpar a mãe. Parece que ninguém.entende a nossa luta diária. Já cansei de ouvir que é fase. Meu BB tem 2a e 7m, desde o primeiro aninho, no ensaio fotográfico chorou horrores ao colocar as mãos nno bolo e se sujar. De lá pra cá, não aceita tocar em nada que cause meleca nas mãos. Parou de comer, comida de panela. Corre, se esconde, não aceita. Já tentamos de tudo, em todas as formas, texturas, etc. Come bolo, pães, etc mas é uma luta pra comer comida de verdade. Tudo q escuto é que é fase ou recebo olhares recriminativos.

    • Edileuza disse:

      Não se preocupe com as pessoas que não conseguem entender e apoiá-la; essas pessoas não aceitam o disfunção que a criança tem e ficam tentando te culpar por sua criança não aceitar determinados alimentos. Sobre o médico, tenho até pena desse médico que não consegue orientar, passar o ponto de vista sem ser agressivo e desrespeitoso…
      Que bom que consegue esconder alguns alimentos junto com outros, meu filho tem o paladar e olfato tão aguçados que percebe os sabores e cheiro, mesmo quando não pode ver.
      Quero lhe dar uma dica, quando vierem lhe criticar, falando que não ofereceu comida desde cedo para sua criança, responda curta e grossa; demonstrando claramente que não aceita essas críticas, e que ajuda quem não atrapalha.

  • Jesiene disse:

    Gostei muito do texto.
    Meu filho tem 1 ano e 11 meses, não quer saber de comer nada, a introdução alimentar dele foi igual a da irmã gêmea , ela come normal já ele recusa tudo , não sei o que faço , pois ele só aceita banana e abacate amassado .

  • Vérine Christina Angelio disse:

    Meu filho tem 6 anos e após diversos pediatras ele foi encaminhado para fono que levantou essa possibilidade. Ele é bem seletivo na alimentação e isso vem causando até mesmo vômitos. Estou iniciando a terapia com Fonoaudióloga. Gostaria de saber mais sobre o assunto. Adorei as informações que li .

  • Norma Lúcia disse:

    Meu neto tem 3 anos e 6 meses. Comia tudo ,carne peixe, frango em fim todas as misturas e frutas .Agora só come de 3 em 3 dias arroz com caldo de feijão . Nesses dias que não come comida mamadeira e banana .

  • Fernanda Peruchi disse:

    A minha filha tem 4 anos e 11 meses. a partir dos 2 anos começou a ter muita sensibilidade na pele, nao gosta de roupa comprida, nao gosta de tenis e meia, mas eu nao tinha problema com roupa curta, mas faz uns 20 dias que ela nao suporta roupa no pescoço, porem o cabelo dela é bem comprido, mas nao a incômoda, os shorts que ela usa tem que ser bem abaixo da cintura, pois sente incomodo também, esroi fazendo uma avalição neuropiscoogica pra ver o que ela tem, estou a ponto de enlouquecer com isso, pois o diagnóstico é muito demorado.

    • Camila disse:

      Nossa, minha filha com quando fez 2 anos passou a não querer mais usar short pois incomoda na cintura. Depois de um tempo passou a não querer mais calcinha. Ela usa mas a calcinha fica presa nas pernas porque não pode tocar na cintura e partes íntimas.
      Começou a usar maiô agora, mas short nem pensar e a calcinha nas pernas.
      Você chegou a algum diagnóstico? Não sei mais o que fazer.

      • Camilla disse:

        Oi Camila, tudo bem? Estou com esse mesmo problema com a minha filha. Fez 2 anos e não quer saber de roupa, fralda, meia , sapato, calcinha, nada.
        Está me dando um super trabalho.. me fala se sua filha está melhor e se tem alguma dica por favor.

        Super obrigada

  • Ryanne Lemos disse:

    Meu filho tem 3 anos e 10 meses e desde que ele completou 2 anos só vivo em luta com a alimentação do meu filho , ele comia de tudo , todos os legumes ,todas as carnes ,todas as frutas , quando de repente não quis mais . Só come tapioca ou pão , frutas só melancia e banana . Isso e desgastante . Todas as consultas a pediatra diz que ele está acima do peso e que não preciso me preocupar com isso , que tem que deixar ele sem pão pra emagrecer . E fácil falar pra quem não tem uma criança seletiva .

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